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Era melhor ter ganho meia – Os piores presentes de aniversário da infância

26 de setembro de 2018, por Lucas Vieira
Lifestyle
Aniversário na Infância

(Foto: Twitter @nalouiza)

Aniversários na nossa infância era sempre aquela farra. Parede toda enfeitada com nossos personagens favoritos, Coca-Cola e Guaraná Taí em garrafa de vidro, pipoca, cachorro-quente, geladinho, é pique, é pique, com quem será. E, claro, sempre aquela infinidade de crianças e parentes que chegavam com presentes e a inesquecível frase “não repara a lembrancinha”. Quando apertávamos o pacote e ele estava macio, já sabíamos que não era brinquedo – era roupa.

Essa opção matava a expectativa de ganhar um Pula-Pirata ou um Comandos em Ação na hora. Porém, pior que ganhar meia, era abrir o embrulho e achar um brinquedo que parecia ser super legal e no fim das contas era só frustração e tédio. Abaixo, listamos quatro brinquedos que causavam mais deprê que alegria quando ganhávamos em nossos aniversários, confiram!

Carro de controle remoto com fio

Os carrinhos de controle remoto com fio podem até ter sido inovadores e um grande brinquedo quando inventados. Porém, quando surgiram os sem fio, toda a graça deles foi por água abaixo. Afinal, qual o sentido de ficar andando pra frente e para trás quando você pode fazer várias manobras, ter um alcance maior e muito mais diversão? Normalmente, recebiam “cirurgias” para retirada do controle e passavam a ser só carrinhos comuns.

Carro de controle remoto com fio

Carro de controle remoto com fio

Cubo Mágico

Lançado em 1974, o cubo mágico é um clássico. Para completar o quebra-cabeça requer conhecimentos de algoritmos e paciência, duas coisas que uma criança normalmente não tem. Apesar de ser um dos brinquedos mais vendidos de todos os tempos, era frustrante e não exatamente divertido de se ganhar com menos de dez anos.

Cubo Mágico

Cubo Mágico

Quebra-cabeça com poucas peças

A não ser que você tivesse menos de cinco anos, receber daquele parente uma caixa com um quebra-cabeça de 25 peças era bem desanimador. O número pequeno de partes reduzia em muito o desafio de completar a figura, que era a grande graça da brincadeira. Muitas pessoas arriscaram um dia – ou até o fim de semana inteiro – para montar figuras com centenas peças que chegavam a ser emolduradas e penduradas nas paredes da casa. Já esses mais simples, normalmente eram encaixotados para sempre ou repassados para uma criança mais nova.

Quebra-Cabeça

Quebra-Cabeça

Mini Games/Brick Games

Esses videogames portáteis de baixo custo eram sempre muito frustrantes. Existiam diversos modelos, alguns eram baseados em franquias famosas de jogos – Street Fighter, Sonic, Ninja Gaiden – que eram sempre adaptações péssimas das versões originais. Mas os mais comuns eram parecidos com esse da foto. Eles prometiam centenas de jogos e, no fim das contas, se resumiam a apenas um jogo de corrida de desviar obstáculos e infindáveis variações de Tetris. Apesar deste último ser um clássico dos games de puzzle, a quebra da ideia de que você teria muitos jogos diferentes em um mesmo aparelho era frustrante.

Mini Game

Mini Game

E você? Comente qual presente de aniversário te fez ter vontade de ganhar meias!

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1 Response

  1. Jacqueline

    Não foi algo que aconteceu comigo ,nem no meu aniversário:no amigo oculto da sala de aula do meu irmão,um menino deu uma caixa de bombons,que era um presente relativamente caro,no começo dos anos 90 e ganhou uma mola mania.Parece que a mãe dele queria que ele pegasse os bombons,só que a menina que ganhou,não teve culpa.

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